Vontade de Ferro * Via do futuro
Greve dia 8 Novembro
É uma luta contra a destruição da contratação colectiva; contra a tentativa de aumento dos horários de trabalho (banco de horas; aumento diários e semanal, eliminação das pausas, redefinição do conceito de trabalho efectivo, não contagem dos tempos de «espera», etc); contra a retirada dos direitos dos trabalhadores; contra as alterações da legislação que visam embaretecer e facilitar os despedimentos: contra a eliminação e/ou redução do valor do pagamento do trabalho extraordinário; contra a destruição do carácter público e social do serviço de transportes; pelo aumento dos salários e melhoria das condições de trabalho.
8 NOVEMBRO - ACÇÕES DE LUTA DIA 8
No sector dos transportes realizar-se-ão lutas em diversas empresas, havendo as seguintes greves e paralisações:
Metro (Lisboa) - Greve das 6 às 10 horas;
Carris - Paralisação das 10 até às 16 horas;
STCP (Porto) - Greve das 10 até às 16 horas;
Transtejo e Soflusa - Plenários com paralisação, das 14 às 17,30 horas;
Sector Ferroviário - Paralisação nas últimas 4 horas do período de trabalho,
com as seguintes excepções:
1. Na REFER, os trabalhadores dos CCOs e área da Circulação paralisarão durante todo o dia;
2. Na CP e CP-Carga - Todos os trabalhadores paralisarão das 5,30h às 8,30h e das 17,30h às 20,30h;
Os trabalhadores da CP e CPCarga paralisarão todo o período de trabalho desde que o seu horário de trabalho coincida, total ou parcialmente, com os períodos referidos em 2:
No sector ferroviário far-se-á greve além da 8ª hora de serviço e ao trabalho em dia de descanso.
EMEF - Greve na último hora do período de trabalho.
No passado dia 20, mais de 5 mil trabalhadores do sector dos transportes aprovaram uma resolução contendo as principais reivindicações no momento actual e as lutas a desenvolver,
da qual a primeira será o Dia de Luta no Sector dos Transportes, no próximo dia 8 de Novembro.
É uma luta contra a destruição da contratação colectiva; contra a tentativa de aumento dos horários de trabalho (banco de horas; aumento diários e semanal, eliminação das pausas,
redefinição do conceito de trabalho efectivo, não contagem dos tempos de «espera», etc); contra a retirada dos direitos dos trabalhadores; contra as alterações da legislação que visam embaretecer e facilitar os despedimentos: contra a eliminação e/ou redução do valor do pagamento do trabalho extraordinário; contra a destruição do carácter público e social
do serviço de transportes; pelo aumento dos salários e melhoria das condições de trabalho.
Estas medidas que o Governo desenvolve no âmbito do Orçamento do Estado ou por via da alteração do Código de Trabalho visam reduzir o custo do factor trabalho, seja pela
via de despedimentos (ou redução dos postos de trabalho) seja pela via da redução das remunerações de todos os trabalhadores, tanto do público como do privado, assumindo o
Governo um primeiro objectivo de redução dos salários, na ordem dos 30 a 40% e o objectivo final de aumentar a exploração de quem trabalha e dar todas as condições aos patrões e
grupos económicos/financeiros para aumentarem os lucros, à custa de quem trabalha e de se apropriarem das empresas públicas de transporte.
POR ISSO VAMOS ESTAR EM LUTA!
FECTRANS Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações * CGTP-IN
A LUTA É O CAMINHO
Dia de Luta no Sector dos Transportes
8 NOVEMBRO
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