Mobilizar para a Greve Geral de 24 de Novembro

Contra a exploração e o empobrecimento. Por um Portugal desenvolvido e soberano. Pelo emprego, salários, direitos e serviços públicos. Dar expressão pública à indignação geral contra a política de direita e as posições retrógradas do patronato.

Exigir uma mudança de política que respeite e valorize os trabalhadores e assegure o desenvolvimento económico e social do país.

PELO FUTURO, LUTA CONNOSCO!

Mostrar mensagens com a etiqueta Greve. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Greve. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Plenários do SIESI na EDP no Algarve





Plenários no Algarve na EDP


Dia 14 de Novembro de 2011

08:30 H em Tavira
14:00 H em Faro
16:30 em Albufeira

Dia 15 de Novembro de 2011

08:30 H em Loulé
14:00 H em Portimão

Participa, Não faltes!


Ordem de trabalhos:


Ponto único:


A Greve Geral e a defesa dos direitos dos trabalhadores

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Greve Geral



Contra o roubo dos salários;
Pela valorização dos salários e melhoria das condições de vida e trabalho;
Contra o aumento dos horários de trabalho e redução do pagamento do trabalho extra;
Contra os despedimentos;
Pela defesa dos acordos de empresas e da contratação colectiva;
Contra os aumentos dos impostos;
Contra a retirada dos apoios sociais do estado;
Contra as privatizações e defesa do carácter público e social do sector.
Num amplo movimento de Unidade na Acção, vamos todos participar na Greve Geral de dia 24 de Novembro e, por essa via, demonstrar o enorme descontentamento que existe na sociedade e a grande revolta dos trabalhadores, por verem, diariamente atacados os seus mais elementares direitos.
Participar na Greve Geral é:
Defender um futuro melhor para os actuais trabalhadores e para os que hão-de ingressar no mercado de trabalho;
Lutar contra o aumento do horário de trabalho, em que o trabalhador seria reduzido a um mero instrumento das empresas;
Lutar contra a brutal redução dos salários, contra a redução ou eliminação do pagamento do trabalho extraordinário, contra a eliminação do descanso compensatório de todos os trabalhadores do sector privado e público;
Lutar contra a liquidação da contratação colectiva e contra a progressiva colocação do trabalhador na total dependência do patrão e das empresas, no que concerne a remunerações e horários de trabalho;
Defender num serviço público e social de transportes, que tenha em conta os interesses do País e dos utentes e que respeite os direitos dos trabalhadores;
Lutar contra a entrega a privados das partes rentáveis das empresas públicas de transporte e contra o aumento das tarifas que afastará mais utentes do transporte público;
Defender o direito universal ao ensino e à saúde e defender a segurança Social dos
trabalhadores;
Lutar por um Portugal melhor e uma sociedade mais justa.

FECTRANS - Federação dos Sindicatos dos Transportes e

Comunicações * CGTP-IN

NA LUTA É O CAMINHO

sábado, 29 de outubro de 2011

A HORA É DE INDIGNAÇÃO GERAL!


Teve lugar no dia 12 de Outubro, uma reunião da CPCS para discutir “o compromisso para a competitividade, o crescimento e o emprego”.

Como a CGTP-IN repetidamente tem denunciado, o Governo procura utilizar o chamado “diálogo social” para passar a ideia à opinião pública que está a negociar quando, na prática, está a tentar impor um conjunto de medidas anti-sociais do memorando da Troika.

Desta vez os temas abordados foram o alargamento dos contratos a prazo por mais 18 meses, as politicas activas de emprego e as indemnizações.

Quanto à primeira, fica claro que o objectivo do Governo é o de generalizar paulatinamente a precariedade, mesmo quando a maioria dos trabalhadores com estes vínculos de trabalho estão a ocupar postos de trabalho permanentes. Se a empresa, mesmo em tempo de crise, precisa do trabalhador, porque não o passa ao quadro de efectivos, em vez de lhe prolongar mais 18 meses o contrato? Como é evidente estamos perante mais um exemplo de exploração que precisamos de continuar a denunciar e combater.

No que respeita às políticas activas de emprego, estamos perante mais um bluff monumental. O Governo diz que pretende colocar cerca de 70 mil desempregados no mercado de trabalho, até 2013. Contudo, não consegue explicar como o faz, quando o país está numa situação de profunda recessão, logo susceptível de destruir mais emprego e não criá-lo.

No que concerne às indemnizações, confirma-se a tentativa de roubo generalizado a todos os trabalhadores.

Nos novos contratos querem limitar o montante a 12 salários e o valor anual da indemnização a 20 dias.

Nos contratos actuais querem estabelecer o mesmo critério. Com uma diferença: respeitam a antiguidade e o valor da indemnização até à entrada em vigor da nova lei. A partir daqui a indemnização ficaria congelada.

Exemplo 1: Trabalhador, com novo contrato e duração até 2022 (20 anos de antiguidade):

Exemplo 2: Trabalhador, hoje, com 30 anos na mesma empresa
(1.171.400 dos trabalhadores estão nesta situação, ou seja, 23,5% tem 20 ou mais anos de antiguidade)


Exemplo 3: Trabalhador a trabalhar há 9 anos na mesma empresa
(873.500 dos trabalhadores estão nesta situação, ou seja, 17,5% tem entre 5 e 9 antiguidade) 

Exemplo 4: Trabalhador com 2 anos na mesma empresa
(1 177,6 dos trabalhadores estão nesta situação, ou seja, 23.6% tem entre 1 e 4 antiguidade)

            Para além destas reduções o Governo pretende fazer ainda uma nova revisão das indemnizações no 1.º trimestre de 2012, com vista a fazer o “alinhamento” pela média do número de dias pago na UE. Ou seja, prepara-se para fazer uma nova redução no caminho que estão a trilhar de forma a eliminar, a breve prazo, as indemnizações.

            Esta é uma posição inaceitável. Por isso é preciso reforçar as solidariedades e demonstrar que existem saídas e alternativas, reafirmando ou apresentando novas propostas:


-        Porque razão o Governo não compara também os salários e as pensões com a média da UE?
-        Porque razão não calcula a indemnização com base na retribuição (salário e todas as matérias de expressão pecuniária, a exemplo do que se passa em outros países como a Espanha) em vez da base salário + diuturnidades.
-        Porque razão não compara a indemnização com o valor médio pago na UE, em vez do número de dias.

Acresce que se comparados os salários auferidos em Portugal e na zona Euro (considerando-os em paridade de poder de compra), mais de metade dos assalariados está abaixo do limiar de pobreza, ou seja, 1.922.450 trabalhadores auferem menos que 786€ (valor correspondente a 60% da mediana dos salários nos países da zona Euro, em paridade de poder compra).

Este não pode ser o caminho. Sobretudo depois do anúncio feito pelo Primeiro-ministro, de um novo e brutal pacote de austeridade contra os trabalhadores de todos os sectores de actividade e a população em geral.

A hora é de acção e mobilização geral para a Semana de Luta de 20 a 27 de Outubro. E de unidade para a luta mais geral contra estas políticas contrárias aos interesses dos trabalhadores, do povo e do país.

Um momento especial exige uma resposta global.

JUNTOS, VAMOS CONSEGUIR!


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

GREVE GERAL - 24 Novembro 2011 - Basta de mistificações


Basta de mistificações, nós não somos culpados!
    
GREVE GERAL 24 de Novembro de 2011.
 
Uma GREVE GERAL contra o empobrecimento e a exploração.
 
Uma GREVE GERAL por Portugal soberano, desenvolvido e digno.










sábado, 22 de outubro de 2011

Carvalho da Silva sobre a Greve Geral


24 Novembro 2011 

Uma GREVE GERAL
Contra o empobrecimento e a exploração

Uma GREVE GERAL

Por Portugal
Por Portugal soberano, desenvolvido e digno


















GREVE GERAL 24 Novembro 2011

Emprego, Salários, Direitos, Serviços Públicos

O país está confrontado com a apresentação pelo Governo PSD-CDS, de um novo e agravado programa de austeridade, sem paralelo desde o 25 de Abril. Recorde-se que Portugal já conheceu os programas de desastre do FMI em 1978 e em 1983. O novo pacote de austeridade não significa apenas a recessão económica, o empobrecimento generalizado da população e o aumento do desemprego. Representa um ataque brutal à democracia e também um recuo civilizacional, que põe em causa princípios basilares de estruturação social e direitos e garantias fundamentais, consagrados na Constituição da República Portuguesa.

O país não pode responder a problemas económicos e sociais reais nem tem futuro com uma política que subordina os interesses nacionais ao capital nacional e multinacional e à estratégia das grandes potências europeias.

Estamos perante um programa de agressão aos trabalhadores, ao povo e ao país. As medidas apresentadas são desastrosas, porque não só não resolvem a crise da dívida, como a agravam. Estas medidas, a concretizarem-se, mergulhariam ainda mais o país na recessão económica, que o Governo já admite seja da ordem dos 3% em 2012, o que irá agravar, em vez de reduzir, o peso da dívida.

As medidas do Governo de direita do PSD-CDS, da UE, FMI e BCE são inadmissíveis, porque, ao ser aprofundada a recessão, é criado um ciclo destrutivo de austeridade, de mais recessão e aumento da dívida, a exemplo do que aconteceu na Grécia, com os resultados desastrosos que hoje estão à vista de todos.

O empobrecimento dos trabalhadores, não só da Administração Pública, mas também do sector privado, dos reformados e pensionistas e da população em geral é, não só socialmente injusto e intolerável, como contraproducente, porque a quebra do poder de compra está a ter efeitos devastadores no mercado interno, levando ao encerramento de empresas e à consequente perda de postos de trabalho.

A generalidade da população, dos trabalhadores, dos jovens, dos desempregados e dos reformados e pensionistas está a pagar a factura de uma crise que não provocaram. Foram as políticas seguidas por sucessivos Governos que levaram às perdas de competitividade da economia portuguesa; à liquidação de parte do nosso tecido produtivo; a contratos desastrosos para o Estado no âmbito das parcerias público-privadas; ao buraco do BPN, que poderá consumir 3 mil milhões de euros; à não canalização do crédito ao sector produtivo; à falta de eficiência e a baixa produtividade de muitas empresas; à corrupção, à fraude e evasão fiscais e economia clandestina.

Os buracos de que o Primeiro Ministro fala têm origem nestas políticas levadas a cabo por sucessivos governos e que este prossegue e agrava com os impactos negativos de cada pacote de austeridade.

Esta é uma política de terra queimada! A não ser travada, a concretização de mais privatizações, nomeadamente da captação, tratamento e distribuição de água e resíduos, de redução de serviços nas empresas de transportes, e de cortes no Estado Social, designadamente na segurança social, na saúde e na educação, a par do agravamento da inflação, conduzirá a efeitos desastrosos no desenvolvimento do país, na qualidade dos serviços públicos, na política de prevenção e provocarão o aumento da precariedade, do desemprego, da pobreza e da exclusão social.

Em defesa dos direitos e dos interesses de quem trabalha, mas também pelo futuro de Portugal, a CGTP-IN não aceita e tudo fará para combater o roubo do subsídio de Natal de todos os trabalhadores em 2011, e dos subsídios de Natal e de férias dos trabalhadores da Administração Pública e do Sector Empresarial do Estado, assim como dos pensionistas em geral para os próximo 2 anos, os cortes nos salários, o agravamento dos impostos, a diminuição do valor e do poder de compra das pensões, a redução do subsídio de desemprego e a eliminação do abono de família e do rendimento social de inserção a milhares de famílias.

Rejeitamos o aumento da duração do trabalho em 2,5 horas, das 40 para as 42,5 horas semanais, porque vai reduzir, em média, os salários em 7% e aumentar o desemprego, mas também porque é ilegal e subverte a negociação da contratação colectiva.

Tal como a redução dos feriados, que também se recusa, esta é uma medida que nada tem a ver com a redução da dívida ou do défice. Trata-se, tão só, de uma transferência directa dos rendimentos dos trabalhadores para os bolsos dos grandes accionistas e do grande patronato.

Intensificaremos a denúncia e combate aos ataques do Governo de direita e do patronato que pretendem utilizar e instrumentalizar a concertação social para pôr em causa direitos nucleares dos trabalhadores, incluindo a proibição do despedimento sem justa causa, o direito constitucional de contratação colectiva, as compensações por motivo de despedimento, a protecção social no desemprego e a desregulamentação dos horários de trabalho. Trata-se de uma subversão da Constituição da República Portuguesa.

Portugal precisa de uma outra política que exija a renegociação da dívida – dos prazos, dos juros e dos montantes a pagar –, e promova o crescimento e o emprego com direitos, aposte na dinamização do sector produtivo, garanta o aumento dos salários e das pensões, assegure a defesa e o reforço das Funções Sociais do Estado e dos serviços públicos, valorize o trabalho e dignifique os trabalhadores.

Neste sentido, o Conselho Nacional da CGTP-IN, reunido a 18 e 19 de Outubro de 2011, decide:

Saudar as lutas dos trabalhadores e trabalhadoras de todos os sectores de actividade, assim como todos os que participaram nas Grandes Manifestações realizadas no dia 1 de Outubro, em Lisboa e no Porto, exortando-os a prosseguir a acção, a partir dos locais de trabalho, exigindo resposta positiva às suas propostas e reivindicações;

Intensificar o esclarecimento e a mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras para as lutas que estão em curso e, desde logo, para a preparação das acções de sensibilização, de mobilização e de presença na rua que terão lugar entre 20 e 27 de Outubro;

Apelar a todas as organizações sindicais, assim como aos trabalhadores dos sectores privado e público, a indispensável convergência na acção com vista ao reforço da unidade na acção a partir dos locais de trabalho, na luta contra este programa de agressão, por melhores condições de vida e de trabalho, por um Portugal com futuro;

Convocar uma Greve Geral para o dia 24 de Novembro de 2011, contra a exploração e o empobrecimento; por um Portugal desenvolvido e soberano; pelo emprego; salários; direitos; serviços públicos;

Promover, através das Uniões Distritais de Sindicatos, no dia da Greve Geral, acções públicas em diversos Distritos para dar expressão pública à indignação geral contra a política de direita e as posições retrógradas do patronato, e exigir uma mudança de política que respeite e valorize os trabalhadores e assegure o desenvolvimento económico e social do país.

Lisboa, 19.10.2011

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Design por Free WordPress Themes | Adaptado para Blogger por Lasantha - Premium Blogger Themes | Amostras gratuitas por Mail